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Steve Jobs, sempre na frente.

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Famoso por lançar produtos inovadores como o iMac, o iPod e o iPhone, Steve Jobs sempre pensa na embalagem de seus gadgets. Dedica tanto tempo a embalagens quanto dedica aos seus produtos inovadores. Para ele, a embalagem faz parte do produto e o ato de tirar o produto da caixa é uma experiência muito importante para o usuário.

Poucos empresários de sucesso percebem como a embalagem é uma peça fundamental entre consumidor/usuário e produto/marca. Todos compreendem a sensação de desembrulhar um presente e a expectativa da descoberta ao abrir uma caixa. Mas, poucos transferem isso para as embalagens de seus próprios produtos.

E no e-commerce? Você já comprou on-line e recebeu aquela caixa de papelão?

Nas lojas virtuais, as embalagens pioram. Na maioria das vezes, as embalagens não diferenciam em nada das piores embalagens do varejo. Elas não reafirmam ao consumidor a experiência de vanguarda que é comprar pela internet e perdem várias oportunidades de conquistar de vez o cliente e vender mais.

Mas, infelizmente, isso não é uma exclusividade das lojas virtuais. Muitas empresas também não investem em embalagens ecologicamente corretas e ainda investem nas conhecidas sacolas plásticas. Tudo em nome da economia e por acreditarem que o consumidor não percebe a diferença. Será?

Realmente, mais uma vez, Steve Jobs está na frente. Seu exemplo serve para todos os empresários e marcas. Afinal, as embalagens fazem muito mais do que proteger, embrulhar e adornar. Elas valorizam produtos e marcas. E, principalmente, fecham com chave de ouro a experiência da compra e iniciam uma relação entre consumidor/usuário e produto/marca.


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Obamis, Mussuns, Lulis …

Obamis - Obamis
Já viu alguma capa das revistas da última semana? (leia-se da semana de posse do Obama na presidência dos EUA). As editadas aqui no Brasil dá para ver numa passagem rápida por uma banca. Mas, vimos algumas estrangeiras (americanas, claro) que são muito boas: “New York”, “New Yorker”, “Time” e “Esquire“. Todas com leituras da imagem de Obama. Não poderia ser diferente. Contudo, entre todas essas imagens, eu fico com a maior que só poderia ser pensada, imaginada, produzida e reproduzida aqui nesse nosso Brasil.

Não sabemos bem se sem querer ou de propósito, essa típica irreverência brasileira brinca com estereótipos e coloca o dedo na questão racial. Essa “troca de papéis” entre novo presidente americano e o saudoso humorista brasileiro manda um recado: Ei! É apenas mais um presidente tomando posse, não se importem com sua cor! Temos negros em qualquer profissão, com sucesso ou não!

Apesar de ser um marco na história do mundo, não é necessário tanto confete. Afinal, é apenas mais um presidente dos EUA. Na verdade, o que se espera é alguém capaz de mudar a situação seja ele branco ou negro, seja ele obamis, mussuns, lulis, etc … Inclusive, temo já ter visto esse filme por aqui… Alguém lembra de um pobre trabalhador, que veio da periferia, dos sindicatos … do político que viria fazer a diferença etc e tal …?

Obamis neles!

Imagem: Sandro Menezes/Baile Curinga

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Consumismo

Será que alguém compra apenas o que precisa? Em tempos de crise, pode até ser … Mas, é uma tarefa difícil porque o estilo de vida urbano estimula o consumo inconsciente.

Compramos por diversos motivos e até por motivo nenhum. Impulsionados pela propaganda, compramos para alimentar ilusões de que assim seremos mais felizes, magros ou inteligentes … Ás vezes, até funciona.

Somos bombardeados por um excesso de informações e estímulos que são enviados via web, celular, TV, revistas, jornais … Sabemos que o consumo exagerado cria várias disfunções sociais, econômicas e ecológicas. Mas, você já parou pra pensar no efeito disso no seu bolso, na sua vida e no planeta? Do something!

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E você?

Muito se fala mas pouco se sabe e quase nada se faz, infelizmente. Em poucas palavras, algo sustentável (segundo nossos “gurus digitais” Google, Blogs e Wikis) apóia-se em quatro pilares: ecologicamente correto, economicamente viável, socialmente justo e culturalmente aceito.

Quanto do que a gente consome e produz mantém todos esses requisitos? Pensando rapidamente, nada … Se pensarmos mais um pouco, deve haver alguma coisa …

Apesar de ser muito difícil no meio da vida agitada das cidades, é preciso agir e tomar iniciativas dentro desses padrões sustentáveis. Mesmo com tantas dificuldades, o cenário é bem animador, pois há pessoas e empresas que já começaram a mudar suas atitudes em nome da preservação do planeta. E você?

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Design-se!

Houve um tempo que todo mundo queria ser médico, advogado… A publicidade também já teve muito glamour e ainda tem seu prestígio. Mas, agora, parece que a onda é ser designer. De móveis, games, sapatos a carros … Mas, o que diferencia “arte” e “design”?

Segundo alguns conceitos encontrados no Google e blogs, a diferença é que a arte não tem função definida. Ou melhor, não precisar ter. Já o design tem uma função. Será que é isso mesmo? Ou é apenas charme a mais que pode ser chamado de supérfluo e só serve para aumentar os preços?

O fato é que tem muita coisa legal acontecendo por aí na arte e no design.

O que você acha? Desing é arte? Arte é design? Participe.

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Sites “baratinhos”… I$$o funciona?

Somos suspeitos para falar sobre o assunto. Como profissionais, somos realmente suspeitos … Mas, é importante explicar por que o desenvolvimento de sites e ações de marketing na internet devem ser feitos por profissionais.

Além de empresas, há excelentes profissionais liberais que, atualmente, trabalham em redes de profissionais complementares. Aqui, na V2Brasil, temos muitos profissionais assim que estão linkados em uma rede multidisciplinar convergente, que chamamos de NEOTRABALHO. Mas isso é assunto para outro post …

Um projeto de internet é dinâmico por natureza e pode apresentar problemas. Acredite. Problemas em projetos web acontecem mesmo… Dessa forma, os profissionais devem saber o que fazer (na saúde ou na doença).

Muitos clientes não conhecem muito bem o processo de criação de um site - nem são obrigados a conhecer - e repetem aquela história: “Quanto custa fazer um site igual a esse aqui? É a mesma coisa, supersimples! Basta mudar essa galeria aqui, o menu ali, colocar um “flowshhh”, bastante animação, fazer os clientes acessarem… AZUL! Adooooro azul! O que você acha?… Bem, acho que é isso. Ah! Tem que ser baratinho, pois eu hoje pago bem pouquinho a um rapaz que me ajuda. Mas, ele não dá muita atenção, sabe como é … Olha, eu não entendo nada, hein!? Então, não dá para dizer logo o preço?”.

Enfim, a título ilustrativo, vamos postar um resuminho das etapas de um projeto de site:

1- Análise dos objetivos do cliente, público e concorrência
Essa análise visa definir linguagem, comunicação visual, ergonomia, diferenciais, funcionalidades, tecnologia etc.

2- Arquitetura da informação e criação dos wireframes
É necessário colocar o detalhamento no papel. Essa fase visa direcionar e adequar a criação do design e navegação do site às estratégias de marketing previamente definidas pelo cliente. Os wireframes são representações dos elementos de cada parte do site que servem como documento para criação de layouts e análise de funcionalidades, quando necessárias.

3- Criação e design das páginas
Com as definições das duas etapas anteriores, o designer qualificado (ou equipe) tem o desafio de aplicar graficamente o planejado. Para isso, precisa de muita criatividade e habilidades para definir soluções visuais atraentes. E, principalmente, criar uma linguagem funcional para que o público que vai navegar no site entenda facilmente.

4- Programação HTML
Chega a hora de transformar o visual em códigos da Informática. É uma etapa muito importante que constrói e certifica de que o site será produzido sobre uma base sólida para o correto funcionamento em diferentes navegadores, prevenção contra futuros problemas técnicos etc.

5- Programações mais avançadas
Essa é uma das etapas mais críticas do projeto. Problemas costumam ocorrer nessa fase. Mas, não é todo site que tem essa fase … Ufa! … Quando necessário, equipe de analistas e programadores buscam soluções para implementar ferramentas dinâmicas e inteligentes, como a integração com outros sistemas administrativos, CRM etc.

6 - Produção de conteúdo
Essa é a fase principal, pois é o que mantém o site vivo. São idéias, textos, imagens, animações … Sem esquecer do trabalho tão importante, hoje em dia, que é a otimização dos textos para os mecanismos de busca (SEO). Esse trabalho é fundamental para o sucesso de visitas ao site. Afinal, a internet é a antiga “Listas Amarelas”.

7- Testes finais
Finalmente, é fade da publicação do “trem”. Ufa! Está pronto? Quase. Uma equipe especializada deve testar exaustivamente para verificar se tudo funciona perfeitamente. Em grandes projetos, também pode haver testes de usabilidade on-line em ambiente de teste. Existem várias ferramentas e formas de realizar esses testes.

8- Publicação do site
Uhu! O site está no ar. Agora, entra em cena o trabalho de atualização de conteúdo que é planejado de acordo com as definições de marketing e publicidade. Realmente, quando achamos que o trabalho acabou, ele apenas começou …

Não é pouca coisa … Realmente, apenas quem faz sabe o trabalho que dá. Infelizmente, alguns costumam achar que o trabalho dos outros é sempre muito fácil … Logo, por falta de conhecimento e por querer gastar pouco, depositam essa responsabilidade na mão de um “rapaz do computador”, que, provavelmente, fez um curso tipo “faça você mesmo e ganhe dinheiro na internet”.

Com tanto desemprego, imagina quantos “rapazes do computador” existem… Eles não estão errados, não. Eles estão trabalhando. E, dependendo do cliente, isso atende. Mas, quantas vezes, já ouvimos aquela história “o barato saiu caro”…

Como a vida é feita de escolhas, sempre podemos optar. Façam suas escolhas mas lembrem que economia não significa simplesmente pagar menos. ;-)

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